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Perfeccionismo. Palavra bonita, soa muito bem aos ouvidos.

Para alguns, ser perfeccionista é uma grande qualidade, mas será que é mesmo? Podemos dizer que sim, pois existe a preocupação de fazer tudo perfeito e isto pode resultar num bom trabalho, num bom desempenho, deixando todos em sua volta satisfeitos. Considerando o mundo em que vivemos, ter pessoas assim é uma forma de equilibrar as atitudes e ações presentes em nosso cotidiano.

Ser perfeccionista é querer tudo perfeito, tudo correto. É cuidar para que tudo saia bem, sem falhas, sem erros. O processo para deixar tudo perfeito pode até ser árduo, cansativo, mas quem é perfeccionista não se preocupa com isso, ele pode gastar muito tempo com coisas mínimas, às vezes imperceptíveis. O problema de ser perfeccionista está nas outras pessoas… Por mais que você cuide para que tudo saia bem, pode ter alguém que critique seu trabalho, seu desempenho, sua preocupação em ser perfeccionista. Isso pode se tornar um problema, se a pessoa não aceita receber críticas ou sofre por isso.

No fundo, a intenção do perfeccionista é que todos aprovem sempre o que ele faz, mesmo que ele não assuma isso. No fundo, ele não quer receber críticas, ao contrário, quer receber somente elogios. E quando não vem o elogio? Dá para aceitar com tranqüilidade? E sem vem críticas? Dá para aceitar com tranqüilidade? Outras pessoas podem criticar por inveja ou por certa dose de maldade, a ponto de desestabilizar a pessoa.

Outro problema pode ser não conseguir viver no “mundo dos imperfeitos”, ou seja, não se acostumar com pessoas ao seu redor que não estão preocupadas em fazer tudo correto. Isso é outro problema, porque ninguém é perfeito, nem o perfeccionista. Além disso, mudar esse modo de ser das pessoas é praticamente impossível. Entender e aceitar as diferenças é o melhor remédio, isso é válido para tudo na vida, ninguém é igual. Assim como as pessoas procuram entender quem se preocupa e se estressa em fazer tudo certo, mas que pode ter muitos outros defeitos, o perfeccionista também deve entender que perfeição não existe.

Será que ser perfeccionista é estar com auto-estima baixa? Bem, isso dá um outro texto…

Simplesmente sorrir

É muito bom ver um sorriso no rosto de alguém que a gente gosta. Nos sentimos muito bem quando as pessoas próximas da gente estão felizes, sorrindo. Aqueles momentos em que os amigos se reúnem para jogar conversa fora são ótimos, com os problemas bem longe da cabeça.

Existe amor maior e mais sincero do que o amor de uma mãe para um filho? Uma mãe quer ver sempre seus filhos sorrindo, felizes. Toda mãe adora isso, toda mãe quer isso. Percebemos então que quando temos um sentimento sincero por alguém, sempre queremos vê-lo sorrindo, pois nos faz bem, mesmo que estejamos tristes. É como se mesmo nós estando tristes, que pelo menos aquelas pessoas estejam bem, pois isso ameniza um pouco a nossa dor. Se você não se sente bem ao ver alguém sorrindo, definitivamente você não gosta dele.

Pense como é bom ver um amigo alegre, que está sempre rindo, se divertindo com a vida. Esta felicidade acaba nos contagiando. Parece que acabamos gostando mais das pessoas que riem mais, das pessoas mais simpáticas. Pensemos um pouco no contrário: quando você vê seus amigos ou pessoas próximas tristes, chorando, você começa a pensar, se preocupa, procura respostas e nem sempre encontra, te fazendo mal. É interessante que quando estamos mal e vemos um amigo feliz, o nosso sentimento de tristeza diminui um pouco. Um sorriso pode levar a outro.

Sorrir faz muito bem para a saúde, nos ajuda a viver mais. E quais seriam os motivos? Você pode crer que um deles é que quando você está sorrindo, rindo, você está limpando sua alma dos problemas, das preocupações. Você está vivendo. Você está apagando, nem que seja por um momento, aquelas manchinhas que aparecem de vez em quando nas nossas vidas. A alegria de viver deve ser maior do que os probleminhas que às vezes nós mesmos criamos. O sorriso é a melhor forma de mostrar um momento de alegria, de felicidade. Isso é bom para gente e para quem gosta da gente. Que bom seria se todos pudessem sorrir o tempo todo.

Chega de reclamações!

Por que algumas pessoas reclamam tanto? Reclamam de tudo: do trabalho, dos amigos, da família, do corpo, da vida. Sabia que tem pessoas em situação pior e que não reclamam? E tem mais, são felizes com o que tem e com o que são. Será que reclamar vai nos fazer felizes? Será que vai nos deixar melhor? Será que vai mudar alguma coisa?

É até desagradável para as pessoas próximas ficarem ouvindo reclamações e lamentações o tempo todo. Não é mesmo? Elas percebem que algo está errado, que a pessoa não está bem. Acham até que tem algum exagero ali, porque são tantas reclamações…

As pessoas que reclamam dizem que só acontecem coisas ruins em suas vidas, dizem o tempo todo que são azaradas, que nada que fazem dá certo e se admiram quando algo dá certo. Acreditam que nasceram para ter insucessos. Você conhece alguém assim?

Achar coisas deste tipo sobre si mesmo é um passo atrás. É como se não adiantasse lutar, pois nada dá certo nunca. Limitar-se a reclamar é desistir de buscar uma vida melhor e se conformar quando algo não dá certo, mas nem sempre tudo dá certo para todo mundo. Todo mundo sofre, perde, se decepciona, se machuca, isto faz parte da vida. Ninguém tem vida perfeita. Imagine todas as pessoas reclamando o tempo todo, como seria o nosso mundo?

Tem gente que com muito menos é feliz. Valorizam cada sucesso por menor que seja e estão sempre dispostos a buscar mais felicidade para as suas vidas. Muitas pessoas são felizes porque utilizam as derrotas como um estímulo. Imagine se ninguém sofresse derrotas na vida, que graça a vida teria? Que estímulo teríamos para lutar, se a vitória já estivesse certa? Vamos parar de reclamar, aceitar as derrotas e buscar vencer com o aprendizado que a vida nos traz.

Ano novo, vida melhor

Sempre que estamos terminando um ano, fazemos muitos planos para o ano seguinte. Pensamos o que podemos melhorar em nossas vidas, se devemos estudar mais, se devemos procurar um emprego melhor, se devemos nos vestir melhor, se devemos ser mais religiosos, dentre outras.

Infelizmente, para a maioria das pessoas o fim do ano é o único momento para analisar o que tem acontecido de bom e de ruim, quando isto é realmente feito. O período entre uma análise e outra é muito longo, que faz com que para muitos um ano termine parecendo muito com o anterior, ou seja, os anos passam e pouca coisa muda. Imagine se fizéssemos esta análise constantemente, verificando os erros e os acertos que cometemos, as besteiras que fazemos que nos prejudicam e também aos outros. Quando o ano termina, quantas e quantas pessoas não fazem dezenas de planos? Mas surge a pergunta: Quantos destes planos são executados? Será que teremos que fazer os mesmos planos no fim do ano de novo? Será que não está faltando algo em nós mesmos para que o ano seja melhor?

Não seria bom estarmos sempre nos atualizando? Buscando viver melhor, mesmo em pequenas coisas. Sabemos que no mercado de trabalho, isso está sendo cada vez mais exigido: a qualificação. Por que não fazer isso na vida pessoal também? Que tal qualificar nossos pensamentos e nossas atitudes? Será que é certo apenas dizer que o ano que terminou foi péssimo e que o ano novo só pode ser melhor? Será que não é melhor dizer que o ano novo vai ser melhor se fizermos a nossa parte? Não tudo, mas muito do que passamos de ruim nas nossas vidas é por nossa própria culpa. Por isso, nós temos que fazer a “manutenção” de nossas vidas com freqüência, se não tudo desanda. Se você não busca corrigir os erros ou demora demais para isso, vai cometê-los várias vezes ainda. Mexa-se! Se esperar que tudo de bom e maravilhoso vai cair nos seus braços no ano que começa e não fizer nada, seu ano não será tão novo assim.

Você se sente sozinho?

Veja em que ponto você chegou em sua vida, chegando para um amigo e dizendo: “Me sinto sozinho”. Como isso pode acontecer com alguém, se ao nosso redor sempre temos pessoas para conversar, compartilhar idéias e opiniões, seja no trabalho, na escola, na vizinhança? Mas na frase, você diz tudo. Você se sente sozinho, mas isso não significa que você realmente esteja sozinho. Esta é uma visão precipitada de como você está vivendo.

Quando você se sente sozinho, não é culpa dos outros, mas é culpa sua. Como assim? Você se sente sozinho porque procura se distanciar dos outros. Você acha que aquelas pessoas não devem ficar próximas de você, porque não ligam para o que você está passando. Acha que as pessoas são indiferentes a sua situação, mas elas nem sequer sabem o que você está passando. Por que culpá-las então? Por que não reconhecer que está se fechando para o mundo que está todo aberto para você? Você acaba achando que sozinho estará melhor, já que ninguém pode lhe ajudar, mas assim você se isola ainda mais. Percebe que você não está bem? Você não assume que o problema está em você. Por que ficar parado? Você está esperando que as pessoas do nada venham lhe visitar e dizer o quanto você é importante? Por que não procurar nas pessoas a importância que você tem para elas? Você pensa que as pessoas te reprovam, mas é você que está reprovando as pessoas.

Todos nós temos importância. Todos nós temos muito o que aprender e ensinar. O isolamento é decorrente de uma fase negativa, aquela em que você acha que nada dará certo para você e que as pessoas não se importam. O lado bom de tudo isso é que esta fase passa e sairemos fortalecidos. Então, o que fazer para que ela passe? Você deve buscar ajuda dentro de si mesmo e perceber o quanto você é especial. Verá que uma pessoa como você jamais poderá se sentir sozinho, que os amigos que você tem, sejam poucos ou muitos, gostam de você justamente do jeito que você é e porque encontraram em você coisas que não encontraram em outras. Está vendo como você não é uma pessoa comum? Você pode até se sentir sozinho, mas lembre-se que você é único, dentre todas as pessoas deste mundo. Isto é maravilhoso. Abandone essa solidão imaginária e dê a verdadeira importância para si mesmo, cada dia mais.

Não se assuste

Vamos analisar a seguinte situação: No seu trabalho, na sua escola, na sua rua, você encontra um colega mais próximo ou um amigo e ele mal fala com você, passa por você e não esboça muita alegria, chega a ser até frio. Então, você se pergunta: “Será que eu fiz ou falei alguma coisa para ele estar assim comigo?” Aí eu pergunto, será que o problema está com você mesmo?

Não precisamos martelar a cabeça tentando lembrar de algo que fizemos para o amigo não agir como queríamos. Todo mundo tem problemas, seu amigo pode não estar num dia bom. Pode ser que ele esteja mal-humorado e agiu do mesmo jeito com todo mundo, naquele dia. Algumas pessoas, não demonstram qualquer diferença ao falar ou encontrar com pessoas, estando bem ou não, sempre nos parece que está tudo bem. Outras pessoas não tem essa postura e não conseguem disfarçar certo nervosismo, aborrecimento, ansiedade ou tristeza, deixam transparecer certo desconforto. Devemos pensar que assim como tem dias que não estamos muito bem e não conseguimos disfarçar, as outras pessoas passam pelo mesmo.

Quando estamos com a auto-estima baixa, sempre achamos que o problema é conosco, que somos a pior pessoa do mundo, que não vamos conseguir, que não vamos vencer. Achamos que vamos ser demitidos antes mesmo do chefe demonstrar qualquer atitude, que o professor não gosta da gente e vamos ser reprovados, dentre outras situações. Se bate a dúvida, podemos tentar descobrir o que está acontecendo e ir percebendo que nem tudo é negativo o tempo todo.

Não devemos nos assustar. Não somos responsáveis por todos os problemas que acontecem ao nosso redor e não podemos tirar conclusões sobre situações que ainda não conhecemos muito bem. Não devemos nos precipitar. Às vezes, vale a pena esperar e então tirar conclusões. Se revertermos estes pensamentos negativos, estaremos prontos para lidar com qualquer tipo de situação adversa que acontece em nossas vidas.

Escravo de uma paixão

Você já foi escravo de alguma paixão? Não estou falando necessariamente de pessoas. Às vezes nos apegamos a certas coisas ou pessoas e sofremos muito por isso, mas até isto acontecer, perdemos muito tempo sem darmos conta. Muitas paixões se tornam vícios e aí chega o problema: não conseguimos mais viver sem elas, não temos o controle sobre elas, vivemos em função delas.

Muitas vezes, não nos damos conta que estamos “escravizados”. Mesmo quando fazemos uma análise da situação, acreditamos que aquilo é normal, nos faz bem e não há motivo pra deixar de lado. Não temos o controle, estamos completamente envolvidos. Achamos que está tudo bem, porque não percebemos qualquer sofrimento, mas esquecemos que isso acontece porque temos algo que nos faz “feliz”. Essa felicidade é enganosa, pois perdemos de viver outras situações por estarmos presos a algo. Acreditamos que outras coisas não fazem tanto sentido como aquilo que nos satisfaz. Para ter uma idéia de como esta situação é danosa, é só notar que, se possível, dedicamos todo o nosso tempo com essa paixão. Às vezes, chegamos a tal ponto, que deixamos de lado certos princípios, para viver a paixão, para continuar alimentando-a.

Se chega alguém e nos tira essa paixão, ficamos sem chão. Quando ficamos sem este “motivo único de felicidade”, nos sentimos sozinhos, pode não haver mais motivos para viver. Tendemos até a tentar voltar àquela paixão, se não ocupamos nossa mente devidamente. Vale a pena viver em função de algo único? Não podemos concentrar toda nossa felicidade numa única coisa. Claro que às vezes não é fácil transformar isto num sentimento racional, mas podemos reconhecer e tentar, não é mesmo?

Por que mentir?

Com certeza, as pessoas mais perigosas são as que mentem. São perigosas porque usufruem da ingenuidade, da confiança e da seriedade das pessoas. Se tornam perigosas porque modificam e distorcem a realidade dos fatos, causando muitas vezes falsas impressões, falsas conclusões.

As pessoas mentirosas são fracas. Sentem a necessidade do reconhecimento, da valorização, sentem a necessidade de mudar o caminho natural das coisas, de pular etapas, de conquistar o espaço que não conseguem sendo pessoas comuns. Acreditam que não tem o que oferecer quando falam a verdade.

Quando você cria um ficção, seja um livro, um filme, uma novela, uma peça de teatro, você é o dono da estória. Cada ato sai da sua cabeça, você manipula todos os personagens da maneira que lhe convém, mas todos que tiverem contato com a sua estória, sabem que aquilo não é real, que é de mentira, que é uma viagem, e que logo voltará ao mundo real. Mentir é semelhante, pois quem mente dita as regras, fala o que é cômodo para si próprio. Então, qual é a diferença? A diferença é que não sabemos se aquilo é falso, como num filme.

A mentira é um grande sinal de egoísmo. Qual o bem que você faz para alguém quando mente? Você faz “bem” somente para você. Além de não fazer qualquer bem, ela pode causar sofrimento dos mais diversos tipos. Você confia em alguém que mente? Imagine você descobrindo que a pessoa em quem você mais confia mente para você. Quem mente uma vez, mente mil. Quando descobrimos uma mentira, perdemos a confiança na pessoa, ela perde parte do seu valor. Nos sentimos seguros perto de alguém sincero. Falar a verdade é pensar no próximo, é ser justo consigo e com o outro.

Há mentiras de todo o tipo: mentir para ser engraçado, mentir para ser respeitado, mentir para ser diferente, mentir para ser influente, mentir para parecer inteligente.

As conseqüências de uma mentira podem ser drásticas. Uma amizade, um namoro, um casamento, um emprego, tudo isso pode ir por água abaixo, devido a uma mentira. Um relacionamento não será mais o mesmo depois de uma traição. Não existe relacionamento que dure na mentira.

O lado bom de tudo isso é que a mentira tem perna curta. Ninguém consegue contar uma mesma história falsa, detalhe por detalhe, ao longo do tempo. A máscara um dia cai. Isso é o conforto dos que prezam pela verdade, sempre.

paciência 2Quem de nós não deixou para trás algo que queria muito, por não ter paciência? Às vezes até achamos que somos capazes de realizar, de conseguir, mas desistimos quando sentimos que levaremos muito tempo até o êxito. Grandes vitórias só são conquistadas com muito esforço, dedicação, disciplina e paciência, se não, não seriam grandes. Não é a toa que se diz que a pressa é inimiga da perfeição.

Atualmente, as pessoas acostumadas a conseguir coisas pequenas muito rapidamente, com muita facilidade, deixam de lado qualquer sonho que necessita de tempo. Substituem grandes momentos de alegria duradoura, por pequenas satisfações, fáceis e sem o sabor de uma grande conquista. As pessoas nunca estão satisfeitas com o que tem, mas ao mesmo tempo, não tem paciência para conseguir algo maior. Lembraremos das grandes conquistas por muito tempo, levaremos até o resto de nossas vidas, em alguns casos. Por que então trocarmos grandes conquistas por alegrias que esquecemos no dia seguinte?

Ter sonhos é algo muito positivo, são eles que movem nossas vidas. Com eles, devemos lidar com paciência e carinho, como se fosem um jardim. Muitas derrotas podem acontecer durante o percurso, mas sem elas, nunca teremos conhecimento das nossas limitações e, assim, nunca seremos fortes.

227684-main_FullQuando um compositor está escrevendo uma canção, ele a lê várias vezes e vai consertando o que acha que não ficou bom, apaga aquilo que não está se encaixando com o restante e substitui por algo melhor. Ele procura a rima perfeita, a palavra ideal, deixar um verso de acordo com o outro, procura deixar a letra com sua marca, de maneira que deixe-o satisfeito. Na vida, devemos fazer o mesmo.

Às vezes, chegamos num ponto em que não há mais o que fazer, a não ser mudar. Percebemos através de si mesmos ou de outras pessoas, que precisamos reescrever a nossa história. Nossos pensamentos ditam nossa vida, constróem nossos passos. Precisamos apagar da memória o que não foi bom e substituir por algo bom, satisfatório, agradável. Precisamos ocupar nossa mente com o máximo de pensamentos positivos, pois com tanta coisa boa na nossa mente, empurramos as coisas ruins para fora, naturalmente.

Precisamos eliminar as manchas, as impurezas, o ferrugem, ou seja, nossos traumas, nossos medos, nossas fraquezas. Devemos encher o tanque de nossas vidas com combustível limpo, puro, de qualidade, é ele que vai nos fazer caminhar, lutar, viver. Dar menos valor a coisas que nos prejudicam e procurar valorizar aquilo que nos deixa felizes. Precisamos intensificar, fazer muito o que nos faz bem e deixar de fazer o que nos faz mal, deixar de lado, esquecer. Para estas substituições, pode ser necessário tempo, mas ter paciência é importante em tudo que fazemos.

O compositor depois de várias canções escritas, tende a escrever cada vez melhor, tem mais experiência, sabe os melhores caminhos para escrever a canção ideal, suas letras ficam mais complexas, maduras. Nossa vida é assim, a cada nova leitura do que fazemos, vivemos melhor, amadurecemos. Quando sentirmos que algo não anda bem, devemos parar, verificar o que está errado e procurar corrigir, isso nos fará continuar tranquilamente a caminhada e viver cada vez melhor.

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